Akhenaton, conhecido também como Amenófis IV ou em egípcio antigo Amenhotep IV, foi Faraó da XVIII dinastia do Egito e reinou por 16 anos (de 1352 a 1336 a.C). É principalmente lembrado por contestar o tradicional politeísmo egípcio e introduzir a ideia de um Deus universal, Aton. 
Possuía, desde jovem, grande tendência mística e encontrou em seu preceptor, Amenhotep, o conhecimento necessário para buscar equilíbrio em suas ações. Mesmo contrariando toda a mente coletiva da época, demonstrou que confiava no seu sentir e, com sabedoria e coragem, foi dando passos firmes em direção à construção de seu propósito.
 No sexto ano de seu reinado, fundou uma cidade totalmente fundamentada em seus princípios: Amarna. No templo de Aton, pela primeira vez, o deus não tinha rosto, era representado pelo Disco Solar.

A arte egípcia foi particularmente influenciada durante o reinado de Akhenaton. Passou a ser classificada como a Arte Amarniana e a registrar a visão que o faraó tinha do homem e do universo. Surgem, inclusive, obras sobre a vida em família, ilustrando o conceito de Akhenaton de que o fluxo divino passa obrigatoriamente pelo organismo familiar.
A experiência espiritual de Akhenaton deixou um importante e precioso legado para a Humanidade.
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Os textos da época amarniana deslumbraram mais de uma vez sábios cristãos. Em certa medida, pode-se dizer que este conhecimento é uma prefiguração do cristianismo que viria, com uma profunda visão da unicidade divina, traduzida pelo monoteísmo.
 
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquen%C3%A1ton
http://soldesirius.blogspot.com.br/p/quem-foi-akhenaton.html
http://muitoalem2013.blogspot.com.br/2014/01/akhenaton-o-farao-iluminado.html

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